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ALMA SUÁSTICA

O número de mártires. Poemas-cárceres.
O polímero no poder de plástico?
O encosto dos mortos. Volto ao básico gosto?
O úmero de tortas gazas na faixa.
Os judeus sofridos da guerra
têm muito a ver porém com tua alma suástica.
Pior que o anti é o pró.
E Gaza berra. Amériqu/Eretz 

Soterra dignidades.
O jornal não diz o número

Exato de guerras necessárias
Ao bom lucro de Amériqu/Eretz
Nem o exato número
De mártires e crianças
Pintadas na fumaça do ódio
De seu Primeiro Minestrel
De b(arack)”.
Tudo se repete,
E o Jornal nunca abre
A ferida como deve.
As grandes nações têm sementes da Grande Alemanha: no Brasil, não se pode ter humor nas eleições:
Policiais militares cumprem ordens de despejo pela Lei da Insensibilidade e Neutralidade do Mercado Para Todos principalmente para Todo Poder Que Dita as Leis Brancas Amarelas Vermelhas de Ébano de Arco Íris: o primeiro que teve propriedade privada na Pré-História cercou seu terreno e se acreditou deus e todos acreditaram porque regou com sangue e este foi a semente dos Titãs e de Zeus e do Dilúvio e então criaram o Trono Privado Para Um Só Deus.......não se pode ter humor nas eleições.

Os de morta educação na ditadura vos saudam!
“O número de mortos pode ser muito maior,
já que há muitos mártires e pessoas feridas nas ruas,
mas não conseguimos ter acesso a eles”, disse Hassanein.
(uma adolescente de 17 anos foi morta por apedrejamento no Iraque por namorar um rapaz de um outro grupo religioso)
Por aqui, um índio é morto por recreio.
Uma árvore. 
Um cão. 
Um gato. 
Uma mosca.
Muitos homens.
Muitos hímens.
Mas todos somos cordiais, 
De alma suástica,
Até que se mostrem
Outras raízes.

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É TARDE E ESTOU DENTRO

Domingo, um dia de algum abril É tarde e estou dentro de mim e de um ônibus, falo alto por fora num silêncio por dentro, bem atrás, de onde o cheiro reverbera, rodeada de uma porção de moscas humanas, de uma porção de coisas, uma mendiga entre sacos de plástico sorri sem nariz. . Uma outra mendiga finge ser madame, com um poodle de papel francês: caniche, com latido em bolhas, do imaginário desfiado em sacos plásticos de mercado. No lado esquerdo do ônibus, um ruela zé cospe nela seu cérebro podrelíquido. . Quando desço, desce a consciência comigo, caminha comigo desde há muito, a me ensinar que o excesso de perfume pode esconder uma alma empoçada. e vice-versa, ou quase.

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PERTO E LONGE SEM TI

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