Às vezes, sou este que alguém nota
Em outras, sou quem ninguém vê,
Rosto confuso de apagável linha.
Com ocos, vácuos, a tecer
O texto que o caos principia.
E aceita a letra e a bota aquém.
E quando leio não me sinto sem.
Dou-me naus e o mar que as pilota.
E quando leio não me sinto sem.
Dou-me naus e o mar que as pilota.
Em outras, sou quem ninguém vê,
Rosto confuso de apagável linha.
Com ocos, vácuos, a tecer
O texto que o caos principia.
Comentários