Espicaçar o ser com verbo e rinha
E amarrar em traves frágeis linhas
Trocar a paz das taças pela guerra
De desprezar o unânime
Por entre as mãos do acaso
Soltar da Paz dos Egos
Com desvarios no cego signo
Socar com revoluções o pensar
E isso não é novo agora
Como o piercing da minha avó
Lustrado por teias de aranha
Não era novo no umbigo do ontem.
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