Sabes bem de meu olhar
e seu costume de escravatura.
Sabes bem dos rios que enchem
as rugas da face e me inunda.
Perdão também pelo punhal
que trago afundado
no peito a cegar-me.
Sabes bem.
e seu costume de escravatura.
Sabes bem dos rios que enchem
as rugas da face e me inunda.
Perdão também pelo punhal
que trago afundado
no peito a cegar-me.
Sabes bem.
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