Deitar no prato com desejo infrene
E deslizar o gesto penetrante
De lançar no verde a boca e o cerne
Deitar no bolo vermelho do livro rubro
E afogar-se depois em mares fomes
Para escrever histórias mais infames
De lançar no verde a boca e o cerne
Deitar no bolo vermelho do livro rubro
E afogar-se depois em mares fomes
Para escrever histórias mais infames
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