apunhalar o punhal,
acalmar o cenho,
disparar o labio
do eu, embora os perseguidores
do sistema, fanáticos
de conflito, porcos sem fábula
de maçãs na moldura
da boca,
reviver o azul
da relva, embora
a pólvora do presente
com sua explosão cinza,
e brincar de soprar fagulhas
de rebeliões no papel,
osso doce
Sei que o rio deve seguir seu curso. Mas preciso descansar entre as pedras correntes, As pedras cristalinas de seus olhos. Gostarias, sei, que eu movesse para ti Diamantes com lábios, algo assim. Mas quero-te foder a toda hora Com meus instintos de pedreira em sêmen.
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