Reitero-me
Pra tentar em redemoinhos
E assim ressignificar-me
Na Arte de novo e de novo,
Como fauno à tarde sempre
A seguir as obras possíveis,
E vou ao fígado do mundo,
Amargo, ao sabor doce
Das ondas,
Reitero-me e
Corrijo-me entre as folhas amarelas
Que caem no lago, no ego
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA
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