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VENCER-SE

Reitero-me Pra tentar em redemoinhos E assim ressignificar-me Na Arte de novo e de novo, Como fauno à tarde sempre A seguir as obras possíveis, E vou ao fígado do mundo, Amargo, ao sabor doce Das ondas, Reitero-me e Corrijo-me entre as folhas amarelas Que caem no lago, no ego

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